Capítulo II: Fim da reeleição geral
Como ampliar a democracia, sem que se amplie o acesso do povo ao poder. A idéia de fim de reeleição geral é a de que cada candidato poderá se eleger apenas uma vez para uma vaga seja qualquer ela for. Se ele for uma vez eleito para vereador, se fez um bom ou ruim mandato, não poderá se reeleger para vereador, se quiser terá a oportunidade para prefeito no município ou para deputado, ou senador ou governador ou presidente, mas, não para vereador. Ficaria em sua ficha no tribunal eleitoral, mesmo que ele mudasse para outra cidade, só poderia concorrer para um cargo ao qual ele ainda não tivesse sido eleito. E não seria assim, eu sou eleito nesta eleição,na próxima eu tento para outro cargo, e na outra eu me candidato de novo para este cargo. Não, se for por exemplo eleito uma vez para um cargo, tipo, prefeito ou vereador, nunca mais poderá se reeleger para o mesmo, apenas para um ao qual não se candidatou ainda
Isto daria espaço para uma grande rotatividade do poder. A cada eleição pessoas novas, e a rota seria corrigida. Neste sentido a pessoa que fosse se candidatar para o cargo deveria fazer antes um curso, de pre-candidatura para a área, com o qual seria informado e preparado para a área, e sendo eleito não entraria crú de tudo. E caso não fosse eleito, não precisaria de fazer outro naquela área caso viesse a se candidatar de novo, mas, caso o tribunal eleitoral trouxesse alguma atualização no curso, ele solicitaria uma reciclagem do curso.

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